Existe na urna dos destinos lá no Céu Onde está encerrado O que Deus determinar, No meio duma porção de folhas de papel, Um pergaminho de alguém Que não se cansa de chorar.
Alguém Que vive suportando a dor cruel Que vai se acercando Do seu pobre coração, Um coração solitário Que vive no calvário Triste da desilusão.
Oh!, se eu pudesse ir até a amplidão Junto aos pés do Senhor implorar compaixão Nessa audiência divina, Então na minha sina, Eu teria um prazer, uma ilusão.
No meu regresso, Eu traria a sublime alegria Ornamentando o meu triste viver. Mandava embora a tristeza E a cruel incerteza Em que vou morrer.
(intervalo instrumental)
Um coração solitário Que vive no calvário Triste da desilusão.
Compositor: Guilherme de Brito Bollhorst (Guilherme de Brito) (UBC)Editor: Todamerica (UBC)ECAD verificado obra #73928 em 31/Mar/2024