Tapera velha toda distiorada Pintura suja, parede rachada Era invadida o infame invasor E dela não cuidava Mas houve alguém que se agradou da mesma Pagou um preço que ela não valia Mas decidiu fazer sua morada A partir desse dia
Entrou na casa e pintou de vermelho Com sangue puro, sangue do cordeiro Fez o infame invasor fugir Sem olhar para traz Entrou na casa e botou fogo nela Pôs energia e apagou a vela Quem vê a casa nunca imagina Que já foi tapera
Tapera velha fui eu lá no mundo Submergido no abismo profundo Mas fui amado por Jesus no dia Em que me encontrou Abri a porta do meu coração Ele adentrou e fez transformação Sou templo do espírito de Deus Já tenho salvação
Compositor: Jose Cicero Gomes Nogueira (Cicero Nogueira) (AMAR)Editor: Lunarts Edicoes Musicais (AMAR)Publicado em 2004 (15/Jan) e lançado em 2003 (01/Dez)ECAD verificado obra #22166713 e fonograma #983802 em 11/Abr/2024