Nesta avenida iluminada Vem o artista louvar O esplendor da velha praça Relíquia da cultura popular Destacando nosso imperador A liberdade, a monarquia Saudando o namorador Sua corte e a boemia
Quem diria, quem diria Que o passado ao presente viria
Na Praça... Na Praça Tiradentes Quando a noite chegava Havia uma explosão de cores Ao som da gafieira, boêmios pelas calçadas Iam conquistando seus amores
E os artistas nos teatros engalanados Desempenhavam seus papéis Jornais e as revistas publicavam as notícias Que tiravam os chapéus
Tornei-me um ébrio na bebida para esquecer Pois não sabia que o passado eu ia reviver E até hoje continua animado O baile dos enxutos que não pára de crescer
Vira mexe, mexe vira Vestido de homem e de mulher Vem o bonde vinte e quatro Todos sabem que ele é