Quantos empregados na fazenda, Quantos jornaleiros de meu pai vivem numa fartura tremenda, comendo o pão que do céu lhes cai.
Olhem para mim, estou morrendo, não sei mais no que me transformei. Vejam o que este porco está comendo; estou farto deste lixo...
Levantar-me-ei E direi: pai, eu pequei contra o céu e contra ti. Já não pareço teu filho, toda minha herança perdi.
Quem sabe o pai me receba [...]. Mesmo que nem isso eu mereça, já será melhor que morrer aqui.
Quantos empregados na fazenda, Quantos jornaleiros de meu pai...
Compositor: Gerson Borges Martins (Gerson Borges) (AMAR)Publicado em 2005 (21/Out) e lançado em 2005 (25/Nov)ECAD verificado obra #1709080 e fonograma #2351559 em 21/Abr/2024