Em entrevista exclusiva no Salão Oval ao jornal The Post, o presidente Donald Trump disse que não pretende comparecer ao Super Bowl deste ano, marcado para 8 de fevereiro, em San Francisco, na Califórnia.

Ele criticou os nomes escolhidos para o show do intervalo e cerimônia de abertura, respectivamente: Bad Bunny e Green Day, apontados por ele como críticos de sua gestão.

"Eu sou anti-eles. Eu penso que é uma terrível escolha. Tudo que isso faz é semear o ódio. Terrível", Trump afirmou, ao comentar a participação dos artistas.

Apesar das críticas, Trump declarou que a escalação musical não é o motivo principal para sua ausência, citando a distância como fator determinante.

"É muito longe. Eu iria. Tenho muita experiência no Super Bowl. Eles gostam de mim", disse.

Em seguida, o presidente completou: "Eu iria se, sabe, fosse um pouco mais curta (a distância)".

O jornal The Post também destacou que Bad Bunny já se posicionou publicamente contra Trump e lançou a música "NUEVAYoL", que inclui uma fala imitando o presidente.

Já o vocalista Billie Joe Armstrong, do Green Day, manifestou apoio recente a protestos contra deportações em Minnesota, dizendo ser contra o movimento MAGA (Make America Great Again) e que foi lema da campanha presidencial de Trump.

Trump esteve no Super Bowl do ano passado, em New Orleans, entre Kansas City Chiefs e Philadelphia Eagles, partida vencida pelos Eagles.