O baterista Timothy Very, integrante da Manchester Orchestra, morreu aos 42 anos.
(Foto: Daniel Knighton/Getty Images)
A informação foi divulgada pela própria banda em uma publicação no Instagram no sábado (14), que descreveu a morte como “repentinan”. A causa do falecimento ainda não foi revelada.
Na mensagem, os colegas prestaram homenagem ao músico e escreveram, sem apresentar novos detalhes sobre o que aconteceu.
"Toda a família do Manchester Orchestra foi devastada pela morte repentina do nosso irmão, Timothy Very. O ser humano mais amado que qualquer um de nós teve a sorte de conhecer nesta vida. Todos nós temíamos compartilhar esta notícia, pois ainda estamos em completo estado de incredulidade.
Tim era instantaneamente cativante e interagia com todos que conhecia com gentileza e calor humano. Sua risada era contagiante e ele fazia as pessoas se sentirem imediatamente acolhidas e encorajadas. Seu humor e sua energia eram a base que mantinha unido todo o universo do MO. Estranhos rapidamente se tornavam amigos, e amigos se tornavam família. .
Ele tinha uma luz inegável, igualada apenas pela sua dedicação e amor pelo ofício para o qual claramente foi colocado neste mundo. Nenhuma palavra jamais será capaz de fazer jus a quem ele foi. Por favor, saibam: se você foi alguém que amou Tim, ele também amou você.
A única coisa que Tim amava mais do que criar música era estar com sua família. Seria difícil encontrar um pai mais alegre. Nós te amamos, Timothy Very — obrigado por nos amar. Você é uma força de positividade que será uma presença constante pelo resto de nossos dias."
Timothy Very entrou para a Manchester Orchestra após a saída do antigo baterista, Jeremiah Edmond, em 2010. Ele participou de gravações de três álbuns do grupo: “Cope” (2014), “A Black Mile to the Surface” (2017) e “The Million Masks of God” (2021), além do EP “The Valley of Vision” (2023).
Em 2022, em participação no podcast “Drummers on Drumming”, Very se definiu como um “baterista e compositorr” e explicou sua visão sobre contribuir com as faixas além da parte rítmica: “Gosto de pensar que, depois de fazer isso por cerca de 20 anos — seja lá quanto tempo já foi até aqui — eu trago algo para a mesa que não é apenas bateria, grooves e tudo mais, mas também a compreensão do que uma música deve ter, ou poderia ter, para, com sorte, valorizá-la ou acrescentar algo — um sabor, uma sensação", disse ele.
"Deixar sua marca em uma música e sentir algo como: 'Cara, isso ficou melhor porque eu toquei nela” — é mais ou menos isso que estou sempre buscando, tentando alcançar: causar um impacto numa música que seja exatamente o que ela precisa", completou.
(Foto: Daniel Knighton/Getty Images)
A informação foi divulgada pela própria banda em uma publicação no Instagram no sábado (14), que descreveu a morte como “repentinan”. A causa do falecimento ainda não foi revelada.
Na mensagem, os colegas prestaram homenagem ao músico e escreveram, sem apresentar novos detalhes sobre o que aconteceu.
"Toda a família do Manchester Orchestra foi devastada pela morte repentina do nosso irmão, Timothy Very. O ser humano mais amado que qualquer um de nós teve a sorte de conhecer nesta vida. Todos nós temíamos compartilhar esta notícia, pois ainda estamos em completo estado de incredulidade.
Tim era instantaneamente cativante e interagia com todos que conhecia com gentileza e calor humano. Sua risada era contagiante e ele fazia as pessoas se sentirem imediatamente acolhidas e encorajadas. Seu humor e sua energia eram a base que mantinha unido todo o universo do MO. Estranhos rapidamente se tornavam amigos, e amigos se tornavam família. .
Ele tinha uma luz inegável, igualada apenas pela sua dedicação e amor pelo ofício para o qual claramente foi colocado neste mundo. Nenhuma palavra jamais será capaz de fazer jus a quem ele foi. Por favor, saibam: se você foi alguém que amou Tim, ele também amou você.
A única coisa que Tim amava mais do que criar música era estar com sua família. Seria difícil encontrar um pai mais alegre. Nós te amamos, Timothy Very — obrigado por nos amar. Você é uma força de positividade que será uma presença constante pelo resto de nossos dias."
Timothy Very entrou para a Manchester Orchestra após a saída do antigo baterista, Jeremiah Edmond, em 2010. Ele participou de gravações de três álbuns do grupo: “Cope” (2014), “A Black Mile to the Surface” (2017) e “The Million Masks of God” (2021), além do EP “The Valley of Vision” (2023).
Em 2022, em participação no podcast “Drummers on Drumming”, Very se definiu como um “baterista e compositorr” e explicou sua visão sobre contribuir com as faixas além da parte rítmica: “Gosto de pensar que, depois de fazer isso por cerca de 20 anos — seja lá quanto tempo já foi até aqui — eu trago algo para a mesa que não é apenas bateria, grooves e tudo mais, mas também a compreensão do que uma música deve ter, ou poderia ter, para, com sorte, valorizá-la ou acrescentar algo — um sabor, uma sensação", disse ele.
"Deixar sua marca em uma música e sentir algo como: 'Cara, isso ficou melhor porque eu toquei nela” — é mais ou menos isso que estou sempre buscando, tentando alcançar: causar um impacto numa música que seja exatamente o que ela precisa", completou.








