Doja Cat comentou, em entrevista para a Vogue, por que costuma responder a ataques e críticas que na internet, afirmando que sente necessidade de proteger as próprias decisões artísticas.
(Foto: Matt Winkelmeyer/Getty Images/ The Recording Academy)
Aos 30 anos, ela também falou sobre o hábito de procurar comentários negativos, relacionando esse comportamento a inseguranças formadas na infância.
“Bem, essa é a pergunta que eu estava esperando”, disse ela à Vogue. “Quando sinto que estou sendo ameaçada, mesmo que talvez não seja uma ameaça de fato, isso soa como: ‘você está fracassando'.”
Em seguida, explicou o impulso de rebater: “Sinto que preciso defender minhas escolhas criativas — e então acabo dando poder a essas pessoas, mesmo que possam ser qualquer um… alguém com dedos sujos de salgadinho e sem emprego.”
Questionada se imagina parar com esse tipo de reação, a artista indicou incerteza sobre mudar a forma como lida com esse cenário: “Eu não sei”, e completou: “Na vida, você evolui. Vamos ver onde estarei aos 50 anos — se ainda vou estar no Twitter fazendo esse tipo de coisa, quem sabe? Espero que não.”
Ao falar diretamente sobre buscar críticas por conta própria, Doja Cat afirmou que artistas podem ser muito duros consigo mesmos, a ponto de determinadas mensagens sobre inseguranças pessoais soarem “validadas”.
“Você sente que está mais no controle, de certa forma”, explicou. “‘Já entendi tudo. Eu não sei cantar. Já entendi tudo. Eu sou feia. Já entendi tudo. Eu tenho tornozelos grossos.'”
Ela também classificou essa prática como improdutiva: “É uma forma inútil de gastar seu tempo. Não faz nada por você além de alimentar uma parte sua que foi construída na infância — uma parte que ficou presa ao passado.”
Em um vídeo no TikTok publicado na sexta-feira (13), Doja Cat afirmou ter recebido diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB).
“Eu aprendi, desde muito jovem, a fingir que gosto das coisas, a fingir que estou feliz, a fingir que não gosto de coisas de que, na verdade, gosto, para parecer que está tudo bem. Eu vou lá e faço acontecer. Mas isso acabou me alcançando, e acho que sempre alcança as pessoas. Agora estou lutando contra o transtorno de personalidade borderline (TPB).”
(Foto: Matt Winkelmeyer/Getty Images/ The Recording Academy)
Aos 30 anos, ela também falou sobre o hábito de procurar comentários negativos, relacionando esse comportamento a inseguranças formadas na infância.
“Bem, essa é a pergunta que eu estava esperando”, disse ela à Vogue. “Quando sinto que estou sendo ameaçada, mesmo que talvez não seja uma ameaça de fato, isso soa como: ‘você está fracassando'.”
Em seguida, explicou o impulso de rebater: “Sinto que preciso defender minhas escolhas criativas — e então acabo dando poder a essas pessoas, mesmo que possam ser qualquer um… alguém com dedos sujos de salgadinho e sem emprego.”
Questionada se imagina parar com esse tipo de reação, a artista indicou incerteza sobre mudar a forma como lida com esse cenário: “Eu não sei”, e completou: “Na vida, você evolui. Vamos ver onde estarei aos 50 anos — se ainda vou estar no Twitter fazendo esse tipo de coisa, quem sabe? Espero que não.”
Ao falar diretamente sobre buscar críticas por conta própria, Doja Cat afirmou que artistas podem ser muito duros consigo mesmos, a ponto de determinadas mensagens sobre inseguranças pessoais soarem “validadas”.
“Você sente que está mais no controle, de certa forma”, explicou. “‘Já entendi tudo. Eu não sei cantar. Já entendi tudo. Eu sou feia. Já entendi tudo. Eu tenho tornozelos grossos.'”
Ela também classificou essa prática como improdutiva: “É uma forma inútil de gastar seu tempo. Não faz nada por você além de alimentar uma parte sua que foi construída na infância — uma parte que ficou presa ao passado.”
Em um vídeo no TikTok publicado na sexta-feira (13), Doja Cat afirmou ter recebido diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB).
“Eu aprendi, desde muito jovem, a fingir que gosto das coisas, a fingir que estou feliz, a fingir que não gosto de coisas de que, na verdade, gosto, para parecer que está tudo bem. Eu vou lá e faço acontecer. Mas isso acabou me alcançando, e acho que sempre alcança as pessoas. Agora estou lutando contra o transtorno de personalidade borderline (TPB).”








