Cardi B disse que sempre entrega muito no palco, mas avaliou que os shows de Beyoncé estão em um patamar que ela não conseguiria alcançar.
(Foto: German Larkin / Reprodução Instagram)
A declaração apareceu em uma entrevista para a nova edição da revista Allure, na qual a rapper falou sobre os bastidores da "Little Miss Drama Tour" e sobre as dificuldades que vem enfrentando ao se apresentar.
Durante os preparativos da turnê, ela relatou desafios que vão desde tentar se manter presente para os filhos enquanto está na estrada até acompanhar o ritmo de dançarinos mais jovens.
Em um ensaio, ao tentar reproduzir um movimento mais complexo, ela teria dito aos colegas de palco: “Vocês estão nos seus vinte anos, né?”
A artista também contou que ter ido à "Cowboy Carter Tour", de Beyoncé, no ano passado serviu como referência para o próprio trabalho, mas descreveu a experiência como fora do comum.
“Aquilo foi muito louco. Está muito distante do que eu posso fazer. Eu odeio coreografia, é como matemática para mim. Eu não tenho muito esse tipo de ritmo. Eu poderia ficar fazendo rap o dia inteiro. Mas dançar é tipo… aff", admitiu a rapper.
A "Cowboy Carter Tour" aconteceu do fim de abril ao fim de julho do ano passado, com arrecadação de US$ 407,6 milhões, 1,6 milhão de ingressos vendidos e 32 shows. Cardi B esteve em uma apresentação de junho na França e, dois anos antes, havia marcado presença em uma data da "Renaissance Tour".
A rapper segue na própria excursão, iniciada em fevereiro e com datas previstas até meados de abril, divulgando o álbum “Little Miss Drama” (2025), que chegou ao 1º lugar na Billboard 200.
Apesar do clima de celebração, ela afirmou à Allure que ainda tenta entender como conciliar a rotina de mãe com a estrada, já que os filhos que tem com o ex, Offset — Kulture, Wave e Blossom — estão entrando na fase escolar.
Ao falar sobre a filha mais velha, ela foi direta: “A Kulture está na escola, e a escola dela não aceita esse tipo de coisa”, disse, descartando levá-la na turnê. Ela acrescentou que não quer que o filho deixe de fazer atividades esportivas para acompanhá-la e resumiu a preocupação com a logística familiar: “Então eu fico tipo: ‘Como diabos eu vou fazer essa p*** toda funcionar?'”
(Foto: German Larkin / Reprodução Instagram)
A declaração apareceu em uma entrevista para a nova edição da revista Allure, na qual a rapper falou sobre os bastidores da "Little Miss Drama Tour" e sobre as dificuldades que vem enfrentando ao se apresentar.
Durante os preparativos da turnê, ela relatou desafios que vão desde tentar se manter presente para os filhos enquanto está na estrada até acompanhar o ritmo de dançarinos mais jovens.
Em um ensaio, ao tentar reproduzir um movimento mais complexo, ela teria dito aos colegas de palco: “Vocês estão nos seus vinte anos, né?”
A artista também contou que ter ido à "Cowboy Carter Tour", de Beyoncé, no ano passado serviu como referência para o próprio trabalho, mas descreveu a experiência como fora do comum.
“Aquilo foi muito louco. Está muito distante do que eu posso fazer. Eu odeio coreografia, é como matemática para mim. Eu não tenho muito esse tipo de ritmo. Eu poderia ficar fazendo rap o dia inteiro. Mas dançar é tipo… aff", admitiu a rapper.
A "Cowboy Carter Tour" aconteceu do fim de abril ao fim de julho do ano passado, com arrecadação de US$ 407,6 milhões, 1,6 milhão de ingressos vendidos e 32 shows. Cardi B esteve em uma apresentação de junho na França e, dois anos antes, havia marcado presença em uma data da "Renaissance Tour".
A rapper segue na própria excursão, iniciada em fevereiro e com datas previstas até meados de abril, divulgando o álbum “Little Miss Drama” (2025), que chegou ao 1º lugar na Billboard 200.
Apesar do clima de celebração, ela afirmou à Allure que ainda tenta entender como conciliar a rotina de mãe com a estrada, já que os filhos que tem com o ex, Offset — Kulture, Wave e Blossom — estão entrando na fase escolar.
Ao falar sobre a filha mais velha, ela foi direta: “A Kulture está na escola, e a escola dela não aceita esse tipo de coisa”, disse, descartando levá-la na turnê. Ela acrescentou que não quer que o filho deixe de fazer atividades esportivas para acompanhá-la e resumiu a preocupação com a logística familiar: “Então eu fico tipo: ‘Como diabos eu vou fazer essa p*** toda funcionar?'”








