O presidente Donald Trump voltou a atacar Bruce Springsteen após o cantor criticar o governo durante a estreia de sua turnê em Minneapolis, na terça-feira (31).
(Foto: Alex Brandon / Rob DeMartin)
No show de abertura da “Land of Hope and Dreams American Tour”, uma série de 20 apresentações que deve passar por cidades fortemente visadas pelo Departamento de Imigração dos EUA, Bruce Springsteen falou ao público: "Vivemos em tempos perigosos” e, em seguida, condenou o governo Trump como “corrupto, incompetente, racista [e] traidor.”
Dois dias depois, na quinta-feira (1), Trump respondeu em uma publicação no Truth Social com novas ofensas ao músico. “O cantor ruim e muito entediante Bruce Springsteen, que parece uma ameixa seca ressequida que sofreu muito nas mãos de um péssimo cirurgião plástico, há muito tempo sofre de um caso horrível e incurável de ‘Síndrome de Perturbação por Trump'”, escreveu o presidente.
Na mesma postagem, Trump também afirmou que Bruce Springsteen “é um perdedor total que destila ódio contra um presidente que venceu uma eleição por ampla margem”, e acrescentou: “Sob o sonolento Joe [Biden] e os [democratas], nosso país estava MORTO, e agora temos, de longe, o país mais ‘quente' do mundo.”
Ele ainda incentivou que seus seguidores boicotem os shows do artista, chamando-os de “shows superfaturados, que são péssimos”, e sugeriu que o público “guarde o dinheiro suado que ganhou”.
O embate entre os dois já dura anos. Em 2018, Bruce Springsteen usou a temporada “Springsteen on Broadway” para protestar contra a política de imigração do governo Trump, citada como “desumana” por separar crianças de pais sem documentação.
No ano passado, Trump voltou a atacá-lo ao chamá-lo de “superestimado”, depois de o cantor comparar sua presidência ao “autoritarismo” durante a turnê europeia com a E Street Band, quando o presidente chegou a sugerir possíveis consequências ao retorno do músico aos EUA.
Mais recentemente, no dia 28 de março, Bruce Springsteen participou de um ato “No Kings” ("Sem Reis") em St. Paul, Minnesota, onde apresentou a canção de protesto "Streets of Minneapolis".
(Foto: Alex Brandon / Rob DeMartin)
No show de abertura da “Land of Hope and Dreams American Tour”, uma série de 20 apresentações que deve passar por cidades fortemente visadas pelo Departamento de Imigração dos EUA, Bruce Springsteen falou ao público: "Vivemos em tempos perigosos” e, em seguida, condenou o governo Trump como “corrupto, incompetente, racista [e] traidor.”
Dois dias depois, na quinta-feira (1), Trump respondeu em uma publicação no Truth Social com novas ofensas ao músico. “O cantor ruim e muito entediante Bruce Springsteen, que parece uma ameixa seca ressequida que sofreu muito nas mãos de um péssimo cirurgião plástico, há muito tempo sofre de um caso horrível e incurável de ‘Síndrome de Perturbação por Trump'”, escreveu o presidente.
Na mesma postagem, Trump também afirmou que Bruce Springsteen “é um perdedor total que destila ódio contra um presidente que venceu uma eleição por ampla margem”, e acrescentou: “Sob o sonolento Joe [Biden] e os [democratas], nosso país estava MORTO, e agora temos, de longe, o país mais ‘quente' do mundo.”
Ele ainda incentivou que seus seguidores boicotem os shows do artista, chamando-os de “shows superfaturados, que são péssimos”, e sugeriu que o público “guarde o dinheiro suado que ganhou”.
O embate entre os dois já dura anos. Em 2018, Bruce Springsteen usou a temporada “Springsteen on Broadway” para protestar contra a política de imigração do governo Trump, citada como “desumana” por separar crianças de pais sem documentação.
No ano passado, Trump voltou a atacá-lo ao chamá-lo de “superestimado”, depois de o cantor comparar sua presidência ao “autoritarismo” durante a turnê europeia com a E Street Band, quando o presidente chegou a sugerir possíveis consequências ao retorno do músico aos EUA.
Mais recentemente, no dia 28 de março, Bruce Springsteen participou de um ato “No Kings” ("Sem Reis") em St. Paul, Minnesota, onde apresentou a canção de protesto "Streets of Minneapolis".








