Crédito foto: Reprodução (Divulgação / TV Globo)
Shakira escreveu mais um capítulo histórico com o Brasil. Na noite de sábado (2) para domingo (3), a cantora colombiana reuniu 2 milhões de pessoas na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.
Este é agora o maior público de sua carreira, superando por muito a audiência de seu show na Cidade do México, neste ano, também gratuita, que juntou 400 mil pessoas.
A informação do recorde pessoal de Shak foi confirmada pela prefeitura da cidade do Rio de Janeiro.
A apresentação foi a atração da terceira edição do "Todo Mundo no Rio", evento que já integra o calendário oficial do município com programação prevista até pelo menos 2028.
COMO FOI O SHOW
A abertura do espetáculo ficou por conta de um show de drones que iluminou o céu carioca desenhando um lobo, símbolo associado à cantora desde seu trabalho mais recente.
Shakira entrou no palco vestindo as cores do Brasil e falou em português diretamente com o público: "Pensar que cheguei aqui com 18 anos, sonhando em cantar para vocês e acabei me apaixonando por vocês. Brasil, eu te amo."
Em outro momento, a artista dedicou o show às mulheres em um discurso emocionante, em referência à sua fase mais recente, do álbum "Las Mujeres Ya No Lloran": "Nós, mulheres, cada vez que caímos, nos levantamos mais sábias, mais fortes e mais resilientes. Sozinhas podemos ser mais vulneráveis, mas juntas somos invencíveis."
PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS
O show contou com participações especiais que agitaram a multidão. Anitta, Caetano Veloso, Maria Bethânia e Ivete Sangalo dividiram o palco com a colombiana em um encontro que reuniu décadas de música brasileira ao pop latino de alcance mundial.
IMPACTO NA ECONOMIA
O impacto vai além da música. A prefeitura do Rio estima que o evento deve movimentar cerca de R$ 800 milhões na economia local, com reflexos em hotelaria, gastronomia, transporte e comércio. Para 2026, a projeção de mídia espontânea internacional é de cerca de US$ 250 milhões, reforçando a estratégia da cidade de usar os shows em Copacabana para impulsionar o turismo em maio, mês historicamente de baixa temporada.
Shakira escreveu mais um capítulo histórico com o Brasil. Na noite de sábado (2) para domingo (3), a cantora colombiana reuniu 2 milhões de pessoas na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.
Este é agora o maior público de sua carreira, superando por muito a audiência de seu show na Cidade do México, neste ano, também gratuita, que juntou 400 mil pessoas.
A informação do recorde pessoal de Shak foi confirmada pela prefeitura da cidade do Rio de Janeiro.
A apresentação foi a atração da terceira edição do "Todo Mundo no Rio", evento que já integra o calendário oficial do município com programação prevista até pelo menos 2028.
COMO FOI O SHOW
A abertura do espetáculo ficou por conta de um show de drones que iluminou o céu carioca desenhando um lobo, símbolo associado à cantora desde seu trabalho mais recente.
Shakira entrou no palco vestindo as cores do Brasil e falou em português diretamente com o público: "Pensar que cheguei aqui com 18 anos, sonhando em cantar para vocês e acabei me apaixonando por vocês. Brasil, eu te amo."
Em outro momento, a artista dedicou o show às mulheres em um discurso emocionante, em referência à sua fase mais recente, do álbum "Las Mujeres Ya No Lloran": "Nós, mulheres, cada vez que caímos, nos levantamos mais sábias, mais fortes e mais resilientes. Sozinhas podemos ser mais vulneráveis, mas juntas somos invencíveis."
PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS
O show contou com participações especiais que agitaram a multidão. Anitta, Caetano Veloso, Maria Bethânia e Ivete Sangalo dividiram o palco com a colombiana em um encontro que reuniu décadas de música brasileira ao pop latino de alcance mundial.
IMPACTO NA ECONOMIA
O impacto vai além da música. A prefeitura do Rio estima que o evento deve movimentar cerca de R$ 800 milhões na economia local, com reflexos em hotelaria, gastronomia, transporte e comércio. Para 2026, a projeção de mídia espontânea internacional é de cerca de US$ 250 milhões, reforçando a estratégia da cidade de usar os shows em Copacabana para impulsionar o turismo em maio, mês historicamente de baixa temporada.








