O Eurovision Song Contest 2026 chega à sua 70ª edição em Viena, na Áustria, carregado de polêmica: cinco países europeus anunciaram boicote ao festival por causa da participação de Israel.
(Foto: Reuters)
Espanha, Irlanda, Países Baixos, Eslovênia e Islândia decidiram se retirar da competição em protesto aos ataques militares israelenses na Faixa de Gaza, que desde outubro de 2023 ceifaram mais de 72 mil vidas, ataques classificados por comissão independente da ONU como genocídio.
As emissoras públicas da Espanha, Irlanda e Eslovênia também cancelaram a transmissão do festival, optando por programar conteúdos alternativos.
O maior festival de música da Europa
Criado em 1956 com o propósito de unir nações europeias pela música após a Segunda Guerra Mundial, o Eurovision é hoje um dos maiores e mais antigos festivais de música do mundo. Transmitido anualmente para centenas de milhões de espectadores em mais de 40 países, o evento já revelou nomes históricos como ABBA e Céline Dion, e consagrou artistas que dominaram as paradas globais por décadas.
A polêmica com Israel
A União Europeia de Radiodifusão (EBU), organizadora do evento, optou por manter Israel na competição apesar das crescentes pressões internacionais. Em abril de 2026, mais de 1.100 músicos e profissionais da cultura assinaram uma carta aberta exigindo a exclusão de Israel. Entre os signatários estão Massive Attack, Peter Gabriel e Sigur Rós.
A Amnistia Internacional também se manifestou contra a participação israelense, reforçando a pressão sobre a EBU. Trabalhadores da emissora pública portuguesa RTP chegaram a apelar publicamente pelo boicote, mas Portugal decidiu manter sua participação.
70 anos de história em xeque
O festival que nasceu como símbolo de paz e integração completa sete décadas em um dos momentos mais politicamente tensos de sua história. Com forte esquema de segurança montado em Viena, o Eurovision 2026 promete ser lembrado para além da música.
(Foto: Reuters)
Espanha, Irlanda, Países Baixos, Eslovênia e Islândia decidiram se retirar da competição em protesto aos ataques militares israelenses na Faixa de Gaza, que desde outubro de 2023 ceifaram mais de 72 mil vidas, ataques classificados por comissão independente da ONU como genocídio.
As emissoras públicas da Espanha, Irlanda e Eslovênia também cancelaram a transmissão do festival, optando por programar conteúdos alternativos.
O maior festival de música da Europa
Criado em 1956 com o propósito de unir nações europeias pela música após a Segunda Guerra Mundial, o Eurovision é hoje um dos maiores e mais antigos festivais de música do mundo. Transmitido anualmente para centenas de milhões de espectadores em mais de 40 países, o evento já revelou nomes históricos como ABBA e Céline Dion, e consagrou artistas que dominaram as paradas globais por décadas.
A polêmica com Israel
A União Europeia de Radiodifusão (EBU), organizadora do evento, optou por manter Israel na competição apesar das crescentes pressões internacionais. Em abril de 2026, mais de 1.100 músicos e profissionais da cultura assinaram uma carta aberta exigindo a exclusão de Israel. Entre os signatários estão Massive Attack, Peter Gabriel e Sigur Rós.
A Amnistia Internacional também se manifestou contra a participação israelense, reforçando a pressão sobre a EBU. Trabalhadores da emissora pública portuguesa RTP chegaram a apelar publicamente pelo boicote, mas Portugal decidiu manter sua participação.
70 anos de história em xeque
O festival que nasceu como símbolo de paz e integração completa sete décadas em um dos momentos mais politicamente tensos de sua história. Com forte esquema de segurança montado em Viena, o Eurovision 2026 promete ser lembrado para além da música.








