A calmaria que parecia ter chegado ao universo de Britney Spears durou pouco. Desta vez, o estopim não foi a própria cantora, mas sim Cade Hudson, o empresário que cuida de sua carreira desde o fim da tutela judicial.

Irritado com as críticas que vinha recebendo, Hudson não se conteve e foi às redes sociais travar uma briga pública com os fãs da artista, mandando-os "calarem a boca".

O pano de fundo da confusão tem a ver com as escolhas editoriais dos perfis da "Princesa do Pop". Os seguidores notaram que os canais oficiais de Britney, historicamente marcados por uma comunicação direta e pessoal, estavam sendo utilizados para dar holofote a outros nomes do cast de Hudson.

Para um fandom que passou anos lutando pelo fim do controle exercido sobre a cantora, ver o espaço dela sendo ocupado por interesses comerciais alheios soou como uma invasão.

A reação veio em massa. Com os comentários fervorosos se acumulando contra o empresário, Hudson escolheu a pior saída possível: escalou o conflito. Em vez de explicar ou recuar, ele respondeu com hostilidade e palavrões, exigindo silêncio dos que o criticavam. A postura detonou uma segunda onda de revolta ainda maior, com parte do fandom exigindo o rompimento imediato do contrato entre ele e a cantora.



Encurralado, o empresário mudou de tom horas depois. Em novo post, Hudson pediu desculpas pelo vocabulário, tentou minimizar a situação alegando que os fãs também costumam ser excessivamente agressivos tanto com ele quanto com Britney, e aproveitou para garantir que a artista segue bem, focada no autocuidado e em evolução constante.

A crise chega em um momento já delicado para a cantora, que nas últimas semanas acumulou uma série de episódios que mantiveram seu nome em destaque pelas razões erradas: imagens do TMZ registraram o momento em que ela foi detida e algemada após reprovar no teste do bafômetro, e antes disso a equipe precisou se pronunciar publicamente após relatos bizarros envolvendo seu comportamento em um restaurante.