Shakira é a estrela da nova edição da revista People, publicada nesta quarta-feira (3). (Foto: Ruven Afanador / People)
Em uma entrevista exclusiva, a colombiana de 49 anos fala sobre os 30 anos de carreira, a maternidade, a separação do ex-jogador Gerard Piqué e o momento histórico que vai viver no dia 19 de julho, quando dividirá o palco do primeiro show de intervalo de uma final de Copa do Mundo com Madonna e BTS, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
"Sempre achei que eu fosse mais frágil ou mais fraca do que a vida me provou que sou", afirma a artista, que já vendeu mais de 95 milhões de discos e é a artista latina feminina mais vendida da história. "Eu tive que lutar de verdade pelos meus sonhos."
A capa chega em um momento de virada para Shakira. Em maio, ela venceu uma batalha judicial de oito anos contra o governo espanhol, que terá que devolver cerca de 70 milhões de dólares (mais de R$ 352 milhões) à cantora. "Depois de mais de oito anos enfrentando perseguição pública brutal, campanhas orquestradas para destruir minha reputação e noites sem dormir que afetaram minha saúde e o bem-estar da minha família, a Corte Nacional finalmente esclareceu os fatos", disse em comunicado.
Sobre a estreia no intervalo da final da Copa, ela ainda está desenhando o repertório, mas adianta o espírito do momento. "Toda Copa do Mundo é mágica, e acho que esta vai ser sobre unir as pessoas em um momento muito sensível, social e politicamente."
A música oficial do Mundial é "Dai Dai (With Burna Boy)", parceria com o nigeriano Burna Boy lançada em maio. O clipe traz aparições de Messi, Vinicius Jr. e Mbappé. O título é uma gíria italiana que significa "vamos, vamos", e o verso "o que um dia te quebrou te fez forte" dialoga com a própria trajetória da cantora. Cem por cento dos royalties da faixa serão destinados ao FIFA Global Citizen Education Fund, que dá acesso a educação e futebol para crianças ao redor do mundo.
Não é a primeira vez que Shakira marca uma Copa. Em 2010, ela cantou "Waka Waka (This Time For Africa)" na cerimônia de encerramento do torneio na África do Sul, ocasião em que conheceu Piqué, com quem teve os filhos Milan, de 13 anos, e Sasha, de 11. "Tenho uma conexão com o futebol que parece inquebrável", define.
A reinvenção da carreira, segundo ela, começou em 11 de janeiro de 2023, quando lançou "BZRP Music Sessions #53" com o produtor argentino Bizarrap. A faixa, escrita após a separação de Piqué, virou um marco: estreou em primeiro lugar no Spotify Global e foi o primeiro Top 10 de Shakira na Billboard Hot 100 em mais de uma década. "Foi catarse pura. Eu precisava escrever sobre o que estava passando sem censura", conta. Compor, brinca a artista, é "como ir ao psicólogo, só que mais barato".
A turnê "Las Mujeres Ya No Lloran World Tour" se tornou a mais lucrativa de uma artista hispânica de todos os tempos, com 421,6 milhões de dólares arrecadados até agora. A nova etapa norte-americana começa em 13 de junho, e Shakira diz que pretende levar os filhos junto. Olhando para trás, a colombiana resume o que diria à versão de si mesma aos 20 anos: "Para aproveitar mais, para acreditar mais em si mesma. As mulheres, com o tempo, vão adquirindo uma nova confiança. Mesmo sem parecer tão perfeitas quanto aos 20, é lindo simplesmente ser você mesma e aceitar quem você é."
E sobre as três décadas de carreira, ela conclui: "Sabe o que é estranho? Já faço isso profissionalmente há 30 anos, e me sinto como se estivesse só começando."
Em uma entrevista exclusiva, a colombiana de 49 anos fala sobre os 30 anos de carreira, a maternidade, a separação do ex-jogador Gerard Piqué e o momento histórico que vai viver no dia 19 de julho, quando dividirá o palco do primeiro show de intervalo de uma final de Copa do Mundo com Madonna e BTS, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
"Sempre achei que eu fosse mais frágil ou mais fraca do que a vida me provou que sou", afirma a artista, que já vendeu mais de 95 milhões de discos e é a artista latina feminina mais vendida da história. "Eu tive que lutar de verdade pelos meus sonhos."
A capa chega em um momento de virada para Shakira. Em maio, ela venceu uma batalha judicial de oito anos contra o governo espanhol, que terá que devolver cerca de 70 milhões de dólares (mais de R$ 352 milhões) à cantora. "Depois de mais de oito anos enfrentando perseguição pública brutal, campanhas orquestradas para destruir minha reputação e noites sem dormir que afetaram minha saúde e o bem-estar da minha família, a Corte Nacional finalmente esclareceu os fatos", disse em comunicado.
Sobre a estreia no intervalo da final da Copa, ela ainda está desenhando o repertório, mas adianta o espírito do momento. "Toda Copa do Mundo é mágica, e acho que esta vai ser sobre unir as pessoas em um momento muito sensível, social e politicamente."
A música oficial do Mundial é "Dai Dai (With Burna Boy)", parceria com o nigeriano Burna Boy lançada em maio. O clipe traz aparições de Messi, Vinicius Jr. e Mbappé. O título é uma gíria italiana que significa "vamos, vamos", e o verso "o que um dia te quebrou te fez forte" dialoga com a própria trajetória da cantora. Cem por cento dos royalties da faixa serão destinados ao FIFA Global Citizen Education Fund, que dá acesso a educação e futebol para crianças ao redor do mundo.
Não é a primeira vez que Shakira marca uma Copa. Em 2010, ela cantou "Waka Waka (This Time For Africa)" na cerimônia de encerramento do torneio na África do Sul, ocasião em que conheceu Piqué, com quem teve os filhos Milan, de 13 anos, e Sasha, de 11. "Tenho uma conexão com o futebol que parece inquebrável", define.
A reinvenção da carreira, segundo ela, começou em 11 de janeiro de 2023, quando lançou "BZRP Music Sessions #53" com o produtor argentino Bizarrap. A faixa, escrita após a separação de Piqué, virou um marco: estreou em primeiro lugar no Spotify Global e foi o primeiro Top 10 de Shakira na Billboard Hot 100 em mais de uma década. "Foi catarse pura. Eu precisava escrever sobre o que estava passando sem censura", conta. Compor, brinca a artista, é "como ir ao psicólogo, só que mais barato".
A turnê "Las Mujeres Ya No Lloran World Tour" se tornou a mais lucrativa de uma artista hispânica de todos os tempos, com 421,6 milhões de dólares arrecadados até agora. A nova etapa norte-americana começa em 13 de junho, e Shakira diz que pretende levar os filhos junto. Olhando para trás, a colombiana resume o que diria à versão de si mesma aos 20 anos: "Para aproveitar mais, para acreditar mais em si mesma. As mulheres, com o tempo, vão adquirindo uma nova confiança. Mesmo sem parecer tão perfeitas quanto aos 20, é lindo simplesmente ser você mesma e aceitar quem você é."
E sobre as três décadas de carreira, ela conclui: "Sabe o que é estranho? Já faço isso profissionalmente há 30 anos, e me sinto como se estivesse só começando."








