Um dos maiores sucessos recentes do BTS virou alvo da Justiça. A música "SWIM", faixa que abre o álbum ARIRANG e que estreou em primeiro lugar na Billboard Hot 100 nesta primavera americana, é acusada de plágio em uma ação apresentada na última quarta-feira (8).
Os autores do processo são três compositores pouco conhecidos: Steve Cooper, Jon Sandler e Greylyn Johnson. Eles afirmam que "Swim" tem "similaridades substanciais" com uma canção de mesmo nome escrita por eles, ainda inédita, e alegam violação de direitos autorais.
Segundo a Billboard, que obteve e noticiou o caso em primeira mão, a ação não cita o BTS nem seus integrantes como réus. Os alvos são a gravadora HYBE e suas subsidiárias HYBE America e Big Hit Music, além dos compositores creditados na faixa, entre eles Ryan Tedder, ex-integrante do OneRepublic e vencedor do Grammy.
Para vencer uma ação de plágio, é preciso comprovar que os acusados tiveram "acesso" ao material supostamente copiado. Os autores dizem ter enviado cópias do demo a diversas partes a partir de março de 2025, incluindo executivos da Artist Publishing Group, que teriam ouvido a faixa e compartilhado com outras pessoas, entre elas compositores que depois trabalharam em "Swim".
Os três contrataram o musicólogo Alexander Stewart, que analisou as canções. Em seu laudo, ele aponta semelhanças no refrão que remete ao título, em harmonias incomuns, texturas e elementos rítmicos e líricos. "A criação independente do BTS pode ser descartada, e a cópia é a conclusão inescapável", escreveu o especialista.
Stewart já atuou em disputas de peso, como o processo contra Ed Sheeran por "Thinking Out Loud", comparada a "Let's Get It On", de Marvin Gaye, e a ação contra o Led Zeppelin em torno de "Stairway To Heaven". Em ambos os casos, contratado pelos acusadores, os júris rejeitaram as acusações.
Os autores afirmam ter procurado a HYBE para resolver a questão fora dos tribunais, sem sucesso. A defesa deve apresentar argumentos nos próximos meses pedindo o arquivamento do caso.
Os autores do processo são três compositores pouco conhecidos: Steve Cooper, Jon Sandler e Greylyn Johnson. Eles afirmam que "Swim" tem "similaridades substanciais" com uma canção de mesmo nome escrita por eles, ainda inédita, e alegam violação de direitos autorais.
Segundo a Billboard, que obteve e noticiou o caso em primeira mão, a ação não cita o BTS nem seus integrantes como réus. Os alvos são a gravadora HYBE e suas subsidiárias HYBE America e Big Hit Music, além dos compositores creditados na faixa, entre eles Ryan Tedder, ex-integrante do OneRepublic e vencedor do Grammy.
Para vencer uma ação de plágio, é preciso comprovar que os acusados tiveram "acesso" ao material supostamente copiado. Os autores dizem ter enviado cópias do demo a diversas partes a partir de março de 2025, incluindo executivos da Artist Publishing Group, que teriam ouvido a faixa e compartilhado com outras pessoas, entre elas compositores que depois trabalharam em "Swim".
Os três contrataram o musicólogo Alexander Stewart, que analisou as canções. Em seu laudo, ele aponta semelhanças no refrão que remete ao título, em harmonias incomuns, texturas e elementos rítmicos e líricos. "A criação independente do BTS pode ser descartada, e a cópia é a conclusão inescapável", escreveu o especialista.
Stewart já atuou em disputas de peso, como o processo contra Ed Sheeran por "Thinking Out Loud", comparada a "Let's Get It On", de Marvin Gaye, e a ação contra o Led Zeppelin em torno de "Stairway To Heaven". Em ambos os casos, contratado pelos acusadores, os júris rejeitaram as acusações.
Os autores afirmam ter procurado a HYBE para resolver a questão fora dos tribunais, sem sucesso. A defesa deve apresentar argumentos nos próximos meses pedindo o arquivamento do caso.








