O BTS se tornou alvo de uma onda de ataques xenofóbicos e homofóbicos nas redes sociais logo após subir ao palco no primeiro show de intervalo da história de uma final de Copa do Mundo, no último domingo (19). (crédito foto: Reprodução X / @bts_bighit)
A apresentação aconteceu no MetLife Stadium e reuniu o grupo sul-coreano a Madonna, Shakira e Justin Bieber. Diante de uma audiência estimada em mais de um bilhão de pessoas, o septeto cantou o hit "Dynamite".
Parte das ofensas partiu da influenciadora Pietra Bertolazzi, que usou os Stories do Instagram para desqualificar os integrantes. Ela chamou o grupo de "homens totalmente afeminados" e disse sentir "vergonha alheia" ao vê-los como referência para a nova geração.
Questionada por uma seguidora sobre o impacto positivo das canções, a influenciadora classificou a cultura pop sul-coreana como uma "deformidade" e afirmou que o público vive em uma "cultura idólatra, cega e perdida".
Outro ataque veio de Eduarda Vallery, que recorreu a termos explícitos para criticar a presença do K-pop no evento. "Mano ninguém merece um bando de kpop viadinho. Cadê o bruno mars aqui? Cadê?", escreveu na internet.
Reação dos fãs
A repercussão foi imediata. Diante da enxurrada de críticas, Eduarda Vallery desativou o próprio perfil no Instagram. Os fãs, porém, mantiveram a mobilização e passaram a cobrar publicamente as marcas ligadas à criadora de conteúdo.
O principal alvo foi a O Boticário: internautas marcaram a empresa em massa no X, alertaram sobre a conduta da influenciadora, que mantém parceria comercial com a marca, e exigiram o encerramento imediato do contrato.
Não foi a primeira vez que o grupo virou assunto durante a final. Antes das ofensas, o BTS já havia protagonizado momentos de euforia no evento, como quando o influenciador IShowSpeed deu um mortal ao encontrar o septeto.
A apresentação aconteceu no MetLife Stadium e reuniu o grupo sul-coreano a Madonna, Shakira e Justin Bieber. Diante de uma audiência estimada em mais de um bilhão de pessoas, o septeto cantou o hit "Dynamite".
Parte das ofensas partiu da influenciadora Pietra Bertolazzi, que usou os Stories do Instagram para desqualificar os integrantes. Ela chamou o grupo de "homens totalmente afeminados" e disse sentir "vergonha alheia" ao vê-los como referência para a nova geração.
Questionada por uma seguidora sobre o impacto positivo das canções, a influenciadora classificou a cultura pop sul-coreana como uma "deformidade" e afirmou que o público vive em uma "cultura idólatra, cega e perdida".
Outro ataque veio de Eduarda Vallery, que recorreu a termos explícitos para criticar a presença do K-pop no evento. "Mano ninguém merece um bando de kpop viadinho. Cadê o bruno mars aqui? Cadê?", escreveu na internet.
Reação dos fãs
A repercussão foi imediata. Diante da enxurrada de críticas, Eduarda Vallery desativou o próprio perfil no Instagram. Os fãs, porém, mantiveram a mobilização e passaram a cobrar publicamente as marcas ligadas à criadora de conteúdo.
O principal alvo foi a O Boticário: internautas marcaram a empresa em massa no X, alertaram sobre a conduta da influenciadora, que mantém parceria comercial com a marca, e exigiram o encerramento imediato do contrato.
Não foi a primeira vez que o grupo virou assunto durante a final. Antes das ofensas, o BTS já havia protagonizado momentos de euforia no evento, como quando o influenciador IShowSpeed deu um mortal ao encontrar o septeto.








