A curiosidade em torno do Rei do Pop segue rendendo números expressivos para o streaming. A minissérie documental "Michael Jackson: O Veredito" se firmou como um dos conteúdos mais vistos da Netflix no primeiro semestre de 2026, mesmo com uma janela curta de disponibilidade, e reabriu o debate sobre o legado de Michael Jackson.
(Foto: AFP via Getty Images)
Segundo dados divulgados pela plataforma, a produção somou 28,9 milhões de visualizações em menos de um mês e acumulou 76,2 milhões de horas consumidas, o suficiente para garantir a 17ª colocação no ranking global de audiência da Netflix no semestre.
O desempenho impressiona porque a série estreou apenas em junho, com bem menos tempo em cartaz do que os demais títulos da lista. O timing ajudou: o lançamento coincidiu com o furor da cinebiografia "Michael", que ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial e reacendeu o interesse pela trajetória do artista.
Diferente da homenagem promovida pelo filme, a minissérie mergulha no lado mais sombrio da biografia do cantor. O foco é o processo judicial em que Michael Jackson tentou provar sua inocência diante das acusações de abuso sexual de menores, com um olhar detalhado sobre os episódios que levaram ao julgamento.
Entre os relatos, ganha destaque o depoimento inédito de Vincent Amen, ex-funcionário do cantor, que descreve apelidos de teor obsceno atribuídos a algumas crianças que frequentavam Neverland. O rancho particular, uma mistura de mansão, parque de diversões e zoológico, volta ao centro das controvérsias na produção.
A série ainda aborda o relato sobre revistas de conteúdo adulto encontradas no quarto do artista, com marcações suspeitas, e o testemunho de crianças que afirmaram ter visto o material. Décadas após sua morte, clássicos como "Billie Jean" mantêm o nome do artista no topo, enquanto o público segue dividido entre a admiração pela obra e o peso das acusações.
(Foto: AFP via Getty Images)
Segundo dados divulgados pela plataforma, a produção somou 28,9 milhões de visualizações em menos de um mês e acumulou 76,2 milhões de horas consumidas, o suficiente para garantir a 17ª colocação no ranking global de audiência da Netflix no semestre.
O desempenho impressiona porque a série estreou apenas em junho, com bem menos tempo em cartaz do que os demais títulos da lista. O timing ajudou: o lançamento coincidiu com o furor da cinebiografia "Michael", que ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial e reacendeu o interesse pela trajetória do artista.
Diferente da homenagem promovida pelo filme, a minissérie mergulha no lado mais sombrio da biografia do cantor. O foco é o processo judicial em que Michael Jackson tentou provar sua inocência diante das acusações de abuso sexual de menores, com um olhar detalhado sobre os episódios que levaram ao julgamento.
Entre os relatos, ganha destaque o depoimento inédito de Vincent Amen, ex-funcionário do cantor, que descreve apelidos de teor obsceno atribuídos a algumas crianças que frequentavam Neverland. O rancho particular, uma mistura de mansão, parque de diversões e zoológico, volta ao centro das controvérsias na produção.
A série ainda aborda o relato sobre revistas de conteúdo adulto encontradas no quarto do artista, com marcações suspeitas, e o testemunho de crianças que afirmaram ter visto o material. Décadas após sua morte, clássicos como "Billie Jean" mantêm o nome do artista no topo, enquanto o público segue dividido entre a admiração pela obra e o peso das acusações.








