Jão deu o primeiro rosto visual à sua nova era. O cantor lançou o clipe de "Catedral", faixa que abre o álbum "Memórias Póstumas" e marca seu retorno após um período de hiato.
O vídeo foi gravado no MASP, um dos museus mais conhecidos de São Paulo, e teve direção de Pedro Tófani, namorado do artista e coautor das canções do disco. O mesmo espaço serviu de cenário para a festa de apresentação do projeto a convidados.
Sobre o que é "Catedral"?
Mais do que um single de retorno, "Catedral" é uma canção sobre o luto. Ela foi escrita a partir da morte do pai do cantor, Carlos Alberto, falecido em 2025 aos 61 anos, durante a pausa que Jão tirou para descansar e compor.
Nos versos, o paulista transforma a dor em imagens do cotidiano e da continuidade da vida. "No dia em que meu pai partiu, alguém nasceu, na hora em que tudo aconteceu, a padaria serviu pães, o hospital fez mães, alguém me disse adeus", canta.
O refrão reflete sobre mandar um beijo para o céu, lido como uma despedida, enquanto o restante da letra fala em construir a própria casa e preparar cafés da manhã ao lado de quem se ama, sem medo.
Sobre o novo disco
"Catedral" é a porta de entrada de "Memórias Póstumas", primeiro álbum desde "Super", de 2023, com 14 faixas inéditas. No último domingo (26), Jão apresentou o repertório a 11 mil fãs em um evento gratuito no Vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo.
O disco foi assinado pelo cantor em parceria com Tófani e chega logo após o artista anunciar o fim do hiato, como mostramos quando Jão liberou "Memórias Póstumas" com todas as letras.
Assista ao clipe de "Catedral, com a letra na íntegra, a seguir:
"Catedral"
Compositores: Jão & Pedro Tófani
Corro, eu não tenho mais o tempo pra perder
Essas palavras só importam pra quem lê
A morte já me levou tanto e ainda pede mais
Choro, meu amor, venha me ver, estou aqui
Me faça um filho e jogue água no jardim
Minha liberdade é justamente poder ir e ficar
Pratos, quintal, um dia de sol
Eu só deixei meu corpo me dizer pra onde eu vou
E planto agora a flor mais bela
A nossa pedra fundamental
E os corpos que partiram nutrirão a nossa terra
Da flor, o tronco, do tronco, a fresta
Por onde vemos quеm já foi e festa
E ela surgе ali
Catedral
O sol encerra a noite
Eu já não sinto medo
Afinal
Te tenho pra mim hoje
E rogo um beijo ao céu
Catedral
Catedral
No dia em que meu pai partiu, alguém nasceu
Na hora em que tudo aconteceu
A padaria serviu pães, o hospital fez mães
Alguém me disse adeus
Por isso agora eu faço a nossa casa
Decido pela farsa mais brilhante
Se os homens ruins e os homens bons
São no fundo os mesmos homens
Não temo, me movo (Me movo)
Façamos cafés da manhã
Marquemos um encontro
Na nossa cozinha
Ensinemos Francisco a andar
Sob a luz da magnífica
Catedral
O sol encerra a noite
Au já não sinto medo
Afinal
Te tenho pra mim hoje
E rogo um beijo ao céu
Catedral
Catedral
E quando o sol banhar a terra
Na manhã depois que nós nos despedimos
Haverá tristeza e choro
E haverá gente sorrindo
Assim são todos os dias
Depende de quem está vivendo
Que sorte, então, a nossa estarmos bem, agora, vivos
Aqui relendo essa música
Que deixa tudo mais concreto
E traz um pouco mais pra perto
A minha paz
Partiremos dois tranquilos
E moraremos nesses versos
Vivos quando nós dois já
Não mais
O vídeo foi gravado no MASP, um dos museus mais conhecidos de São Paulo, e teve direção de Pedro Tófani, namorado do artista e coautor das canções do disco. O mesmo espaço serviu de cenário para a festa de apresentação do projeto a convidados.
Sobre o que é "Catedral"?
Mais do que um single de retorno, "Catedral" é uma canção sobre o luto. Ela foi escrita a partir da morte do pai do cantor, Carlos Alberto, falecido em 2025 aos 61 anos, durante a pausa que Jão tirou para descansar e compor.
Nos versos, o paulista transforma a dor em imagens do cotidiano e da continuidade da vida. "No dia em que meu pai partiu, alguém nasceu, na hora em que tudo aconteceu, a padaria serviu pães, o hospital fez mães, alguém me disse adeus", canta.
O refrão reflete sobre mandar um beijo para o céu, lido como uma despedida, enquanto o restante da letra fala em construir a própria casa e preparar cafés da manhã ao lado de quem se ama, sem medo.
Sobre o novo disco
"Catedral" é a porta de entrada de "Memórias Póstumas", primeiro álbum desde "Super", de 2023, com 14 faixas inéditas. No último domingo (26), Jão apresentou o repertório a 11 mil fãs em um evento gratuito no Vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo.
O disco foi assinado pelo cantor em parceria com Tófani e chega logo após o artista anunciar o fim do hiato, como mostramos quando Jão liberou "Memórias Póstumas" com todas as letras.
Assista ao clipe de "Catedral, com a letra na íntegra, a seguir:
"Catedral"
Compositores: Jão & Pedro Tófani
Corro, eu não tenho mais o tempo pra perder
Essas palavras só importam pra quem lê
A morte já me levou tanto e ainda pede mais
Choro, meu amor, venha me ver, estou aqui
Me faça um filho e jogue água no jardim
Minha liberdade é justamente poder ir e ficar
Pratos, quintal, um dia de sol
Eu só deixei meu corpo me dizer pra onde eu vou
E planto agora a flor mais bela
A nossa pedra fundamental
E os corpos que partiram nutrirão a nossa terra
Da flor, o tronco, do tronco, a fresta
Por onde vemos quеm já foi e festa
E ela surgе ali
Catedral
O sol encerra a noite
Eu já não sinto medo
Afinal
Te tenho pra mim hoje
E rogo um beijo ao céu
Catedral
Catedral
No dia em que meu pai partiu, alguém nasceu
Na hora em que tudo aconteceu
A padaria serviu pães, o hospital fez mães
Alguém me disse adeus
Por isso agora eu faço a nossa casa
Decido pela farsa mais brilhante
Se os homens ruins e os homens bons
São no fundo os mesmos homens
Não temo, me movo (Me movo)
Façamos cafés da manhã
Marquemos um encontro
Na nossa cozinha
Ensinemos Francisco a andar
Sob a luz da magnífica
Catedral
O sol encerra a noite
Au já não sinto medo
Afinal
Te tenho pra mim hoje
E rogo um beijo ao céu
Catedral
Catedral
E quando o sol banhar a terra
Na manhã depois que nós nos despedimos
Haverá tristeza e choro
E haverá gente sorrindo
Assim são todos os dias
Depende de quem está vivendo
Que sorte, então, a nossa estarmos bem, agora, vivos
Aqui relendo essa música
Que deixa tudo mais concreto
E traz um pouco mais pra perto
A minha paz
Partiremos dois tranquilos
E moraremos nesses versos
Vivos quando nós dois já
Não mais








