A atriz e apresentadora Jameela Jamil voltou a comentar publicamente a aparência física de Ariana Grande.
Após ser criticada nas redes por sugerir que a cantora estaria "possivelmente morrendo", ela reafirmou a posição e disse que a normalização da magreza extrema no meio artístico representa risco ao público feminino.
"Minha posição se mantém: é profundamente irresponsável, por parte de todos os envolvidos, entregar essa estética como algo glamouroso para bilhões de garotas e mulheres", afirmou.
Segundo Jamil, tentar transformar o assunto em "briga" desvia do ponto, e ela disse se sentir mal por Ariana, tendo, em suas palavras, "quase morrido de anorexia".
Jamil relatou o próprio histórico de transtorno alimentar e afirmou que a intervenção de terceiros foi decisiva para sua recuperação. Para ela, a regra de não comentar o corpo alheio não se aplicaria diante de riscos de saúde evidentes.
A apresentadora citou o caso de Karen Carpenter, cantora morta em 1983 por complicações da anorexia, e questionou o silêncio da indústria: "O silêncio é cumplicidade quando chega a esse ponto. Estamos esperando uma estrela morrer antes de admitirmos que o padrão de beleza está fora de controle?".
Pausa anunciada
As declarações ocorrem após Ariana Grande anunciar uma pausa nas aparições públicas ao fim da "Eternal Sunshine Tour", cujo último show está marcado para 1º de setembro, em Londres.
Um representante da cantora confirmou à revista People o afastamento temporário, citando o desgaste do escrutínio constante. Segundo o comunicado, ela pretende encerrar a turnê "de forma saudável e feliz" antes da pausa.
Fontes próximas à equipe afirmam que os shows exigem alto rendimento físico e que a artista tem se apresentado em boas condições de saúde.
A cantora lançou recentemente o álbum "petal", que é sucesso de público e está previsto para estrear no topo da parada de álbuns dos Estados Unidos, a Billboard 200.
Após ser criticada nas redes por sugerir que a cantora estaria "possivelmente morrendo", ela reafirmou a posição e disse que a normalização da magreza extrema no meio artístico representa risco ao público feminino.
"Minha posição se mantém: é profundamente irresponsável, por parte de todos os envolvidos, entregar essa estética como algo glamouroso para bilhões de garotas e mulheres", afirmou.
Segundo Jamil, tentar transformar o assunto em "briga" desvia do ponto, e ela disse se sentir mal por Ariana, tendo, em suas palavras, "quase morrido de anorexia".
Jamil relatou o próprio histórico de transtorno alimentar e afirmou que a intervenção de terceiros foi decisiva para sua recuperação. Para ela, a regra de não comentar o corpo alheio não se aplicaria diante de riscos de saúde evidentes.
A apresentadora citou o caso de Karen Carpenter, cantora morta em 1983 por complicações da anorexia, e questionou o silêncio da indústria: "O silêncio é cumplicidade quando chega a esse ponto. Estamos esperando uma estrela morrer antes de admitirmos que o padrão de beleza está fora de controle?".
Pausa anunciada
As declarações ocorrem após Ariana Grande anunciar uma pausa nas aparições públicas ao fim da "Eternal Sunshine Tour", cujo último show está marcado para 1º de setembro, em Londres.
Um representante da cantora confirmou à revista People o afastamento temporário, citando o desgaste do escrutínio constante. Segundo o comunicado, ela pretende encerrar a turnê "de forma saudável e feliz" antes da pausa.
Fontes próximas à equipe afirmam que os shows exigem alto rendimento físico e que a artista tem se apresentado em boas condições de saúde.
A cantora lançou recentemente o álbum "petal", que é sucesso de público e está previsto para estrear no topo da parada de álbuns dos Estados Unidos, a Billboard 200.








