A morte de 2Pac, um dos maiores nomes da história do rap, ganhou um capítulo inesperado nesta semana. No julgamento de Duane "Keefe D" Davis, acusado pelo assassinato do rapper em 1996, um ex-detetive afirmou que Diddy teria tentado bancar o crime.
(Foto: Angela Weiss / AFP - Raymond Boyd / Getty Images)
O depoimento foi do ex-investigador Daryn Dupree, do Departamento de Polícia de Los Angeles, prestado nesta quarta-feira (20). Segundo ele, Davis relatou que o produtor deveria repassar dinheiro como pagamento pela morte do músico. Preso por outro processo, Sean Combs nega qualquer participação.
De acordo com o ex-detetive, o valor seguiria por um intermediário. Combs entregaria a quantia a um associado chamado Zip Martin, que a repassaria a Davis como acerto pelo crime. O dinheiro, porém, nunca teria chegado às mãos dele.
Dupree contou ainda que Davis teria discutido o assassinato diretamente com o produtor em uma delicatessen de Los Angeles. As declarações, segundo o investigador, surgiram durante uma entrevista que tratava da morte de The Notorious B.I.G., baleado na mesma cidade em 1997.
A defesa de Combs classificou as acusações como falsas e reforçou que ele não teve envolvimento na morte de Tupac. O produtor não é réu no julgamento de Davis, respondendo por crimes ligados a um processo separado.
Baleado em Las Vegas em setembro de 1996, Tupac morreu seis dias depois, aos 25 anos, no auge da rivalidade entre as cenas de rap das costas leste e oeste dos Estados Unidos. Hinos como "California Love" e a faixa de resposta "Hit 'em Up" ajudaram a eternizar aquele período tenso.
Davis foi preso em 2023 sob a acusação de participação no crime e se declarou inocente. O caso chegou aos tribunais quase 30 anos após a morte do rapper, como o Vagalume mostrou quando o julgamento teve início.
(Foto: Angela Weiss / AFP - Raymond Boyd / Getty Images)
O depoimento foi do ex-investigador Daryn Dupree, do Departamento de Polícia de Los Angeles, prestado nesta quarta-feira (20). Segundo ele, Davis relatou que o produtor deveria repassar dinheiro como pagamento pela morte do músico. Preso por outro processo, Sean Combs nega qualquer participação.
De acordo com o ex-detetive, o valor seguiria por um intermediário. Combs entregaria a quantia a um associado chamado Zip Martin, que a repassaria a Davis como acerto pelo crime. O dinheiro, porém, nunca teria chegado às mãos dele.
Dupree contou ainda que Davis teria discutido o assassinato diretamente com o produtor em uma delicatessen de Los Angeles. As declarações, segundo o investigador, surgiram durante uma entrevista que tratava da morte de The Notorious B.I.G., baleado na mesma cidade em 1997.
A defesa de Combs classificou as acusações como falsas e reforçou que ele não teve envolvimento na morte de Tupac. O produtor não é réu no julgamento de Davis, respondendo por crimes ligados a um processo separado.
Baleado em Las Vegas em setembro de 1996, Tupac morreu seis dias depois, aos 25 anos, no auge da rivalidade entre as cenas de rap das costas leste e oeste dos Estados Unidos. Hinos como "California Love" e a faixa de resposta "Hit 'em Up" ajudaram a eternizar aquele período tenso.
Davis foi preso em 2023 sob a acusação de participação no crime e se declarou inocente. O caso chegou aos tribunais quase 30 anos após a morte do rapper, como o Vagalume mostrou quando o julgamento teve início.








