A morte de Dolly Parton, aos 80 anos, nesta terça-feira (25), surpreendeu até o círculo mais próximo da cantora. Segundo a equipe da artista, familiares e amigos sabiam que ela enfrentava problemas de saúde, mas ainda apostavam em sua recuperação.
A causa foi revelada horas depois pelos assessores, em nota à revista "People": uma "breve batalha contra o câncer". Dolly morreu no Vanderbilt-Ingram Cancer Center, em Nashville, no Tennessee, cercada por pessoas queridas.
De acordo com o site TMZ, a cantora passou quatro dias internada antes de morrer, após uma sequência de complicações nos últimos meses. A velocidade do desfecho foi justamente o que mais abalou quem convivia com ela.
Declínio após a morte do marido
Os problemas de saúde se agravaram desde a morte do marido, Carl Dean, em março de 2025. Em maio deste ano, Dolly chegou a cancelar uma temporada de shows.
Em entrevista à "People" publicada no dia 21, ela admitiu ter deixado a própria saúde de lado enquanto cuidava do companheiro, dizendo que "não prestou atenção" aos próprios sintomas.
No comunicado, a equipe ressaltou o legado social da artista. "Após enfrentar com bravura uma breve batalha contra o câncer, Dolly partiu de sua vida terrena hoje, no Vanderbilt-Ingram Cancer Center, cercada por entes queridos", diz a nota.
O anúncio da morte foi feito em vídeo pelo sobrinho e chefe de segurança da cantora, Bryan Seaver. "A tristeza fica conosco, não com a Dolly. Dolly viveu na luz e está nos braços de Jesus", declarou.
Uma obra que atravessou gerações
Com mais de três mil composições no currículo, Dolly transformou suas origens humildes no Tennessee em um império do entretenimento. Sua voz e seus clássicos ultrapassaram o country e alcançaram o pop, o bluegrass e a era disco.
Composições de Dolly foram regravadas por nomes como Beyoncé e Tina Turner, prova do alcance de sua obra. A cantora foi eleita para os Halls da Fama do Country e do Rock & Roll e conquistou dez prêmios no Grammy.
Como mostramos quando a lenda do country morreu aos 80 anos, seu adeus encerra mais de seis décadas dedicadas à música e a projetos sociais como a Imagination Library.
A causa foi revelada horas depois pelos assessores, em nota à revista "People": uma "breve batalha contra o câncer". Dolly morreu no Vanderbilt-Ingram Cancer Center, em Nashville, no Tennessee, cercada por pessoas queridas.
De acordo com o site TMZ, a cantora passou quatro dias internada antes de morrer, após uma sequência de complicações nos últimos meses. A velocidade do desfecho foi justamente o que mais abalou quem convivia com ela.
Declínio após a morte do marido
Os problemas de saúde se agravaram desde a morte do marido, Carl Dean, em março de 2025. Em maio deste ano, Dolly chegou a cancelar uma temporada de shows.
Em entrevista à "People" publicada no dia 21, ela admitiu ter deixado a própria saúde de lado enquanto cuidava do companheiro, dizendo que "não prestou atenção" aos próprios sintomas.
No comunicado, a equipe ressaltou o legado social da artista. "Após enfrentar com bravura uma breve batalha contra o câncer, Dolly partiu de sua vida terrena hoje, no Vanderbilt-Ingram Cancer Center, cercada por entes queridos", diz a nota.
O anúncio da morte foi feito em vídeo pelo sobrinho e chefe de segurança da cantora, Bryan Seaver. "A tristeza fica conosco, não com a Dolly. Dolly viveu na luz e está nos braços de Jesus", declarou.
Uma obra que atravessou gerações
Com mais de três mil composições no currículo, Dolly transformou suas origens humildes no Tennessee em um império do entretenimento. Sua voz e seus clássicos ultrapassaram o country e alcançaram o pop, o bluegrass e a era disco.
Composições de Dolly foram regravadas por nomes como Beyoncé e Tina Turner, prova do alcance de sua obra. A cantora foi eleita para os Halls da Fama do Country e do Rock & Roll e conquistou dez prêmios no Grammy.
Como mostramos quando a lenda do country morreu aos 80 anos, seu adeus encerra mais de seis décadas dedicadas à música e a projetos sociais como a Imagination Library.








