Lil Durk foi considerado inocente pela Justiça dos Estados Unidos em um dos processos criminais mais comentados do rap americano. Nesta sexta-feira, 11 de setembro, um júri federal de Los Angeles absolveu o rapper das acusações de conspiração, perseguição com resultado em morte e homicídio mediante pagamento.
(Foto: Prince Williams / FilmMagic)
Apesar da vitória no tribunal, o artista de 33 anos, nascido Durk Banks em Chicago, não deixou a prisão. Ele continua sob custódia em Los Angeles à espera de um segundo julgamento, agora por organização criminosa e crimes com armas de fogo, marcado para 5 de outubro.
O júri levou três dias de deliberação até inocentar o vencedor do Grammy, conhecido pelo hit de 2023 "All My Life (Feat. J. Cole)".
Entenda o caso
A acusação sustentava que Durk teria pago um grupo de homens para viajar até Los Angeles e vigiar o rapper rival Quando Rondo, nascido Tyquian Bowman. Em 19 de agosto de 2022, três atiradores dispararam contra o carro de Rondo perto do shopping Beverly Center.
Rondo sobreviveu, mas seu primo de 24 anos, Saviay'a Robinson, conhecido como Lul Pab, morreu no ataque.
Segundo os promotores, o plano seria uma retaliação pela morte de King Von em 2020, baleado por alguém ligado ao grupo de Rondo em uma boate de Atlanta. Von era amigo próximo de Durk e integrava o coletivo Only the Family.
A defesa negou qualquer envolvimento do rapper e apontou o ex-assistente pessoal dele, Kavon Grant, como o verdadeiro responsável por organizar o crime.
Corréus condenados
Os demais réus do processo tiveram sorte diferente. David Lindsey, apontado como um dos atiradores, e Deandre Wilson foram condenados por conspiração para perseguição e perseguição com resultado em morte, mas absolvidos da acusação de homicídio mediante pagamento.
"Hoje, o júri fez justiça à família de Saviay'a Robinson, considerando os réus Deandre Wilson e David Lindsey culpados de perseguição que resultou na morte do Sr. Robinson", declarou o procurador federal assistente Bill Essayli.
"Embora estejamos decepcionados com a decisão do júri em relação a Durk Banks, também conhecido como 'Lil Durk', esperamos apresentar nossas provas em seu segundo julgamento", completou.
Apoio nas ruas
Durante o julgamento, fãs se aglomeraram em frente ao fórum usando camisetas com os dizeres "Free Durk" e tocando as músicas do rapper em caixas de som. Artistas como Kanye West e MGK também manifestaram apoio ao longo do caso.
Após a leitura do veredito, o advogado Drew Findling falou à multidão do lado de fora do tribunal.
"E agora trabalhamos para tirar as algemas", disse Findling. "As algemas precisam sair, e ele precisa andar livre, para poder voltar para casa, para sua bela família e para o mundo que o ama."
Por enquanto, no entanto, Durk permanece preso em Los Angeles. Se for condenado por todas as acusações no julgamento de outubro, o rapper pode pegar prisão perpétua.
(Foto: Prince Williams / FilmMagic)
Apesar da vitória no tribunal, o artista de 33 anos, nascido Durk Banks em Chicago, não deixou a prisão. Ele continua sob custódia em Los Angeles à espera de um segundo julgamento, agora por organização criminosa e crimes com armas de fogo, marcado para 5 de outubro.
O júri levou três dias de deliberação até inocentar o vencedor do Grammy, conhecido pelo hit de 2023 "All My Life (Feat. J. Cole)".
Entenda o caso
A acusação sustentava que Durk teria pago um grupo de homens para viajar até Los Angeles e vigiar o rapper rival Quando Rondo, nascido Tyquian Bowman. Em 19 de agosto de 2022, três atiradores dispararam contra o carro de Rondo perto do shopping Beverly Center.
Rondo sobreviveu, mas seu primo de 24 anos, Saviay'a Robinson, conhecido como Lul Pab, morreu no ataque.
Segundo os promotores, o plano seria uma retaliação pela morte de King Von em 2020, baleado por alguém ligado ao grupo de Rondo em uma boate de Atlanta. Von era amigo próximo de Durk e integrava o coletivo Only the Family.
A defesa negou qualquer envolvimento do rapper e apontou o ex-assistente pessoal dele, Kavon Grant, como o verdadeiro responsável por organizar o crime.
Corréus condenados
Os demais réus do processo tiveram sorte diferente. David Lindsey, apontado como um dos atiradores, e Deandre Wilson foram condenados por conspiração para perseguição e perseguição com resultado em morte, mas absolvidos da acusação de homicídio mediante pagamento.
"Hoje, o júri fez justiça à família de Saviay'a Robinson, considerando os réus Deandre Wilson e David Lindsey culpados de perseguição que resultou na morte do Sr. Robinson", declarou o procurador federal assistente Bill Essayli.
"Embora estejamos decepcionados com a decisão do júri em relação a Durk Banks, também conhecido como 'Lil Durk', esperamos apresentar nossas provas em seu segundo julgamento", completou.
Apoio nas ruas
Durante o julgamento, fãs se aglomeraram em frente ao fórum usando camisetas com os dizeres "Free Durk" e tocando as músicas do rapper em caixas de som. Artistas como Kanye West e MGK também manifestaram apoio ao longo do caso.
Após a leitura do veredito, o advogado Drew Findling falou à multidão do lado de fora do tribunal.
"E agora trabalhamos para tirar as algemas", disse Findling. "As algemas precisam sair, e ele precisa andar livre, para poder voltar para casa, para sua bela família e para o mundo que o ama."
Por enquanto, no entanto, Durk permanece preso em Los Angeles. Se for condenado por todas as acusações no julgamento de outubro, o rapper pode pegar prisão perpétua.








