A poucas semanas de pisar pela primeira vez em um palco brasileiro, Ashley Roberts, de 45 anos, deixou a imagem de segurança de lado. Em um vídeo publicado nas redes sociais nesta quarta-feira (7), a integrante das The Pussycat Dolls chorou ao admitir que o medo quase a fez desistir de cantar sozinha na nova turnê do grupo.
O desabafo veio justamente no momento em que ela decidiu encarar o desafio. "Decidi, no meu momento solo na apresentação das Pussycat Dolls, que vou cantar. Vou simplesmente subir ao palco e apenas cantar, certo?", afirmou a artista no registro.
A insegurança, porém, apareceu logo em seguida. "Estou em pânico. Será que consigo? Será que consigo fazer isso? Será que consigo realizar do jeito que quero? Será que sou capaz? Será que sou suficiente?", questionou, emocionada.
Segundo Ashley, o número foi criado para contar a própria história e estimular o público a acreditar em si mesmo e assumir o próprio poder. Mas a ideia de cantar sozinha trouxe de volta antigos fantasmas.
"Só de falar nisso a minha garganta parece que se fecha. Ia desistir, não ia fazer nada disso porque estava me sabotando dizendo que ia soar uma porcaria", relembrou.
"Grande parte da história deste grupo se baseia no fato de que não sabemos cantar, que somos apenas dançarinas. Eu amo muito a dança, é a minha paixão, é a minha melhor amiga, é a forma de terapia mais linda que existe. Mas eu queria provar a mim mesma que era capaz", acrescentou.
A fala resgata uma crítica que acompanha o grupo desde a estreia, em 2005: a de que as integrantes seriam mais dançarinas do que cantoras, mesmo depois de emplacar hits como "Don't Cha" e "Stickwitu".
Emocionada, ela também falou sobre o apoio de um professor de canto. "Foram apenas tantos anos com esta crença subconsciente de que eu não era capaz. E ter alguém que, primeiro, acredita em mim e, depois, poder curar esta parte de mim vai ser tão marcante", disse.
A cantora resumiu o receio de se expor: "Talvez eu tenha medo de assumir esse poder, não sei. Talvez seja mais seguro me manter pequena de alguma forma", refletiu.
Apesar do medo, Ashley decidiu seguir em frente. "Vou fazê-lo para provar a mim própria que sou capaz e também para desfrutar disso. Às vezes não precisa de ser perfeito, só precisa de ser autêntico", concluiu.
A apresentação solo faz parte da PCD Forever Tour, que celebra os 20 anos do álbum "PCD" e reúne Nicole Scherzinger, Ashley Roberts e Kimberly Wyatt novamente nos palcos.
A estreia do trio no Brasil, como o Vagalume mostrou quando a turnê foi anunciada, está marcada para 30 de outubro, no Nubank Parque, em São Paulo, com Pabllo Vittar na abertura.
O desabafo veio justamente no momento em que ela decidiu encarar o desafio. "Decidi, no meu momento solo na apresentação das Pussycat Dolls, que vou cantar. Vou simplesmente subir ao palco e apenas cantar, certo?", afirmou a artista no registro.
A insegurança, porém, apareceu logo em seguida. "Estou em pânico. Será que consigo? Será que consigo fazer isso? Será que consigo realizar do jeito que quero? Será que sou capaz? Será que sou suficiente?", questionou, emocionada.
Segundo Ashley, o número foi criado para contar a própria história e estimular o público a acreditar em si mesmo e assumir o próprio poder. Mas a ideia de cantar sozinha trouxe de volta antigos fantasmas.
"Só de falar nisso a minha garganta parece que se fecha. Ia desistir, não ia fazer nada disso porque estava me sabotando dizendo que ia soar uma porcaria", relembrou.
"Grande parte da história deste grupo se baseia no fato de que não sabemos cantar, que somos apenas dançarinas. Eu amo muito a dança, é a minha paixão, é a minha melhor amiga, é a forma de terapia mais linda que existe. Mas eu queria provar a mim mesma que era capaz", acrescentou.
A fala resgata uma crítica que acompanha o grupo desde a estreia, em 2005: a de que as integrantes seriam mais dançarinas do que cantoras, mesmo depois de emplacar hits como "Don't Cha" e "Stickwitu".
Emocionada, ela também falou sobre o apoio de um professor de canto. "Foram apenas tantos anos com esta crença subconsciente de que eu não era capaz. E ter alguém que, primeiro, acredita em mim e, depois, poder curar esta parte de mim vai ser tão marcante", disse.
A cantora resumiu o receio de se expor: "Talvez eu tenha medo de assumir esse poder, não sei. Talvez seja mais seguro me manter pequena de alguma forma", refletiu.
Apesar do medo, Ashley decidiu seguir em frente. "Vou fazê-lo para provar a mim própria que sou capaz e também para desfrutar disso. Às vezes não precisa de ser perfeito, só precisa de ser autêntico", concluiu.
A apresentação solo faz parte da PCD Forever Tour, que celebra os 20 anos do álbum "PCD" e reúne Nicole Scherzinger, Ashley Roberts e Kimberly Wyatt novamente nos palcos.
A estreia do trio no Brasil, como o Vagalume mostrou quando a turnê foi anunciada, está marcada para 30 de outubro, no Nubank Parque, em São Paulo, com Pabllo Vittar na abertura.








