A Promotoria do Condado de Los Angeles sustenta que d4vd amputou dois dedos de Celeste Rivas Hernandez, de 14 anos, para apagar os rastros de sua ligação com a adolescente. Um dos dedos trazia o nome do cantor tatuado, segundo documento entregue à Justiça americana.
A alegação consta de uma peça apresentada em abril e revelada pela ABC News. De acordo com os promotores, foram retirados o dedo anelar e o mindinho da mão esquerda da vítima, e era o anelar que tinha a tatuagem com o nome do artista.
No documento, a acusação afirma que a intenção seria "se distanciar da vítima". Quando a peça foi protocolada, os dedos ainda não haviam sido localizados, e a tese sobre a amputação ainda será debatida ao longo do processo.
Quem é o acusado
d4vd, cujo nome verdadeiro é David Anthony Burke, se declarou inocente das acusações de homicídio, abuso sexual continuado de uma criança menor de 14 anos e mutilação ilegal de restos mortais. A acusação de abuso se refere a um período que teria começado quando Celeste tinha 13 anos e ele, 18.
O que dizem as provas
Segundo a promotoria, Celeste foi morta em 23 de abril de 2025, na casa do cantor, em Hollywood Hills. A tese é a de que ele teria agido por temer que a adolescente expusesse o envolvimento entre os dois e abalasse sua carreira na música.
Os investigadores apontam vestígios de sangue com o perfil genético de Celeste na garagem da residência. Também foram apresentados registros de compra de motosserras, sacolas e uma piscina inflável. Fragmentos de plástico azul achados junto aos restos mortais foram associados a essa piscina.
O corpo da jovem foi encontrado em 8 de setembro de 2025, no compartimento dianteiro de um Tesla registrado em nome de d4vd. Na ocasião, o veículo estava em um pátio de apreensão.
Em que fase está o caso
Em 27 de julho de 2026, a Justiça de Los Angeles entendeu haver indícios suficientes para levar o cantor a julgamento, como mostramos quando a juíza reconheceu as provas do caso. A decisão veio após cinco dias de audiência preliminar, com 12 testemunhas de acusação, etapa que não determinou a culpa do artista.
Em 31 de agosto, d4vd voltou a se declarar inocente. Seus advogados particulares deixaram o processo e ele passou a ser representado pela Defensoria Pública de Los Angeles. O desdobramento veio semanas depois de a família de Celeste cobrar pena de morte para o cantor.
Em comunicado divulgado pela ABC7, o defensor Walid Kandeel afirmou que a nova equipe examinará cuidadosamente as provas e garantirá a defesa do músico. A próxima audiência está marcada para 19 de outubro.
A alegação consta de uma peça apresentada em abril e revelada pela ABC News. De acordo com os promotores, foram retirados o dedo anelar e o mindinho da mão esquerda da vítima, e era o anelar que tinha a tatuagem com o nome do artista.
No documento, a acusação afirma que a intenção seria "se distanciar da vítima". Quando a peça foi protocolada, os dedos ainda não haviam sido localizados, e a tese sobre a amputação ainda será debatida ao longo do processo.
Quem é o acusado
d4vd, cujo nome verdadeiro é David Anthony Burke, se declarou inocente das acusações de homicídio, abuso sexual continuado de uma criança menor de 14 anos e mutilação ilegal de restos mortais. A acusação de abuso se refere a um período que teria começado quando Celeste tinha 13 anos e ele, 18.
O que dizem as provas
Segundo a promotoria, Celeste foi morta em 23 de abril de 2025, na casa do cantor, em Hollywood Hills. A tese é a de que ele teria agido por temer que a adolescente expusesse o envolvimento entre os dois e abalasse sua carreira na música.
Os investigadores apontam vestígios de sangue com o perfil genético de Celeste na garagem da residência. Também foram apresentados registros de compra de motosserras, sacolas e uma piscina inflável. Fragmentos de plástico azul achados junto aos restos mortais foram associados a essa piscina.
O corpo da jovem foi encontrado em 8 de setembro de 2025, no compartimento dianteiro de um Tesla registrado em nome de d4vd. Na ocasião, o veículo estava em um pátio de apreensão.
Em que fase está o caso
Em 27 de julho de 2026, a Justiça de Los Angeles entendeu haver indícios suficientes para levar o cantor a julgamento, como mostramos quando a juíza reconheceu as provas do caso. A decisão veio após cinco dias de audiência preliminar, com 12 testemunhas de acusação, etapa que não determinou a culpa do artista.
Em 31 de agosto, d4vd voltou a se declarar inocente. Seus advogados particulares deixaram o processo e ele passou a ser representado pela Defensoria Pública de Los Angeles. O desdobramento veio semanas depois de a família de Celeste cobrar pena de morte para o cantor.
Em comunicado divulgado pela ABC7, o defensor Walid Kandeel afirmou que a nova equipe examinará cuidadosamente as provas e garantirá a defesa do músico. A próxima audiência está marcada para 19 de outubro.








