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Cria de Jaú, cidade da região central do Estado de São Paulo, Petrilli, cresceu como a maioria das crianças das periferias do interior: ouvindo os clássicos do rap nacional como, Racionais MC's e Facção Central, com os funks e hits do momento; jogando bola descalço na rua e andando de skate.
Com apenas 15 anos, Petrilli recitou o poema “Fora da Caixa”, com versos contra homofobia e a intolerância, citando o triste episódio da morte do baiano Moa. Nos versos, o artista também defendeu a democracia, os direitos dos professores entre outros temas que continuam em voga até hoje, mostrando uma consciência política e social desde a adolescência.
No mesmo ano, veio o primeiro single, “Game Overdose”, lançado em parceria com o artista local, Temaki. Detalhe: a música foi totalmente gravada e produzida em um celular Moto G.
Seja para denunciar injustiças sociais ou em um love song, no boombap ou no trap, Petrilli é um artista versátil. Prova disso, é o EP de estreia, “Mil Faces” (2020), lançado pela Damata Records, coletivo artístico que fundou com Leão, Lucas Rett, Douglas, entre outros artistas da cidade.
Na discografia, o último single lançado foi “Bololasso” no final de 2022, em parceria com Don Dust. Para 2023, Petrilli lança “4 é par”, ao lado de Sant Santiago. Mais informações: @petrilli_mc.
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