Noite alta, céu risonho A quietude é quase um sonho O luar cai sobre a mata Qual uma chuva de prata De raríssimo esplendor
Só tu dormes, não escutas O teu cantor Revelando à luz airosa A história dolorosa desse amor
Lua Manda a tua luz prateada Despertar a minha amada Quero matar meus desejos Sufocá-la com meus beijos
Canto E a mulher que amo tanto Não me escuta, está dormindo Canto e por fim Nem a lua tem pena de mim Pois ao ver que quem te chama sou eu Entre a neblina se escondeu
Lá no alto a lua esquiva Está no céu tão pensativa As estrelas tão serenas Qual dilúvio de falenas Andam tontas ao luar
Todo o astral ficou silente Para escutar O teu nome entre as endechas E as dolorosas queixas ao luar
Compositor: Candido das Neves (Candido Neves) (AMAR)Editor: Mangione Filhos & Cia Ltda. (ABRAMUS)Publicado em 2009 (29/Set) e lançado em 1960 (02/Fev)ECAD verificado obra #22400 e fonograma #1586375 em 31/Mar/2024