Eu sempre saio a fim de te encontrar e quando passas escondida atrás de um vidro fumê eu te encaro esperando um olhar, tu finjes que não me vê.
Se algum momento resolvesses mudar e me quisesses feito uma criança vendo um brinquedo, levar-te-ia pro meu lar doce lar e da minha cama nós não sairíamos lá tão cedo.
Você e eu, juntos nas alturas. É pra onde eu posso te levar pra que façamos as maiores loucuras que nem mesmo Deus conseguiria imaginar.
Às vezes eu divago, quem me dera tirar teu fôlego e beijar-te em vias de desvairar. Nós estaríamos na estratosfera, sentindo o mundo rodar.
Queria ver fazeres o teu papel me dando apenas um sorriso se eu te vir novamente, deixar-me-ias elevar-te ao céu ou pro inferno se preferes um cantinho mais quente.